A Frequência Oculta das Imagens, Sons e Lugares: Por Que Certas Energias Nos Atraem e Outras Nos Repelem?
Vivemos em um universo de energia e vibração. Essa não é apenas uma metáfora espiritual: a própria física quântica confirma que tudo o que existe é energia em movimento, vibrando em diferentes frequências. Essa lei universal não se aplica apenas a partículas subatômicas, mas também às imagens que contemplamos, às músicas que ouvimos e até aos ambientes que frequentamos.
A linguagem invisível das frequências
Carl Gustav Jung, ao falar dos arquétipos, já intuía que símbolos carregam conteúdos energéticos capazes de impactar a psique humana de formas profundas. Da mesma maneira, Hélio Couto explica que imagens, músicas e até objetos irradiam arquétipos e frequências específicas, ressoando ou entrando em choque com quem as observa.
Quando estamos em sintonia com determinada energia, sentimos paz, expansão, alegria. Quando estamos em desarmonia, a mesma frequência pode gerar incômodo, rejeição ou até mal-estar físico.
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Por que certas imagens incomodam?
Um exemplo interessante é dado por Hélio Couto ao comentar sobre mandalas específicas, como a de fundo azul e a de fundo rosa com lírios. Ambas carregam arquétipos de pureza, inocência, amor e espiritualidade elevada.
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O azul vibra serenidade, paz e conexão com dimensões superiores.
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O rosa representa amor incondicional, compaixão e o sagrado feminino.
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O lírio é símbolo milenar de pureza e ligação com a alma.
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A mandala em si é um arquétipo universal da unidade, do todo e do divino.
Para alguém em harmonia com essas frequências, contemplar essas imagens é calmante e inspirador. Mas para pessoas cuja psique carrega distorções severas, como comportamentos destrutivos ou desvios profundos, essas mesmas imagens podem gerar repulsa e desconforto.
Não porque a imagem “esconda algo”, mas porque a pureza da frequência expõe a sombra interna. É como se fosse um espelho energético: quem se vê refletido em harmonia, sorri; quem se vê em dissonância, se incomoda.
A música, os lugares e os símbolos
Isso não se restringe às imagens.
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Músicas: Mantras, por exemplo, elevam a vibração e geram bem-estar em muitos, mas podem ser insuportáveis para quem está mergulhado em emoções de raiva ou ressentimento.
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Lugares: Uma catedral gótica pode transmitir a sensação de elevação e transcendência, mas em outras pessoas pode despertar ansiedade ou opressão, dependendo de suas experiências e vibração interior.
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Símbolos: A cruz, a estrela de Davi, o Om — para uns são sinais de fé e conexão; para outros, podem ser gatilhos de incômodo ou rejeição.
Gregg Braden e Bruce Lipton também apontam em seus trabalhos que somos campos vibracionais ambulantes. Nossa energia interage com tudo ao redor, e aquilo que “não combina” conosco tende a gerar atrito.
A grande pergunta
Se determinadas frequências nos incomodam, será que o problema está na imagem, na música, no lugar — ou em algo dentro de nós que está em desarmonia?
Talvez o desconforto seja, na verdade, um convite. Um chamado para olhar para dentro e reconhecer o que precisa ser curado, transformado ou integrado. Afinal, como disse Rumi, “A ferida é o lugar por onde a luz entra em você.”
Para refletir:
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Quais músicas te fazem expandir e quais te incomodam profundamente?
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Quais lugares te trazem paz imediata e quais drenam a sua energia?
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E diante de símbolos ou imagens sagradas, você sente abertura ou rejeição?
Observar essas respostas é um exercício poderoso de autoconhecimento. O universo sempre nos mostra, através da ressonância (ou da dissonância), onde estamos vibrando.
As imagens, sons e ambientes são mais do que experiências sensoriais; são linguagens vibracionais. Quando algo nos incomoda, pode ser apenas um espelho revelando que nossa frequência não está em sintonia com aquela energia. Ao invés de afastar-se ou rejeitar, podemos usar esse desconforto como chave para compreender melhor a nós mesmos e, talvez, elevar nossa própria vibração.
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